Marcello Marcelino


Marcello Marcelino é Doutor em Lingüística pela Unicamp, Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela e Bacharel em Língua e Literatura Inglesas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é assistente mestre da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo atuando no departamento de linguística. Atuou como consultor acadêmico em desenvolvimento de professores em escolas particulares. Atua principalmente em aquisição de sintaxe em L2, bilinguismo, fonética e fonologia do inglês.

Conheça mais sobre seu trabalho abaixo:

ROSA, Marcello Marcelino. Bilinguismo no Brasil: significados e perspectivas. Revista Intercâmbio. XIX:1-22, 2009. São Paulo: LAEL/PUC-SP.

GODOY, Sonia M. Baccari, GONTOW, Cris, ROSA, Marcello Marcelino. English Pronunciation for Brasilians: the sounds of american English. Disal Editora.

ROSA, Marcello Marcelino. O parâmetro da composição e aquisição/aprendizagem de L2. Tese de Doutorado. Unicamp, 2007

Resumo:

Esta tese investiga o Parâmetro de Composição (PC) conforme formulado por Snyder (1995) e seu papel na aquisição/aprendizagem de inglês por aprendizes brasileiros. A definição positiva do PC [+] permite a uma língua marcar livremente qualquer item lexical da classe aberta como [+Afixal] e conseqüentemente, detonar toda uma série de propriedades relacionadas (cluster), a saber, composição nominal (N+N), estruturas resultativas (ER), construções V+partícula (V+PRT), construções com objeto duplo (DOC) e isolamento de preposição (PrepStr), entre outras. Diante da aparente existência, em PB, de algumas estruturas semelhantes às do inglês, proponho-me a investigar as seguintes questões: (i) através de comparação entre o PB e o inglês, é possível trazer evidências de que todas as propriedades resultantes da definição positiva do PC, ou pelo menos parte delas estão ligadas ao mesmo parâmetro? (ii) se houver tal parâmetro, a aquisição do inglês como L2 apresenta semelhanças com a aquisição de L1 em relação ao comportamento relativo ao mesmo parâmetro? Após comparação e análise das cinco estruturas propostas, descobri que nenhuma delas, nem mesmo as com correlato estrutural superficial, resulta, no PB, da definição positiva do PC. N+N em PB exemplifica um tipo de composição nominal não recursivo com rigidez de significado; as ERs encontradas em PB são do tipo semântico e não correspondem às versões sintáticas licenciadas pelo PC [+]; estruturas V+PRT e COD são inexistentes; por fim, PB apresenta estruturas com ausência de preposição, que resultam de um diferente arranjo de itens especificados na numeração, diferentemente de estruturas com isolamento de preposição, que são exemplos de predicados complexos decorrentes de Reanálise. Em relação à aquisição das cinco propriedades do PC, sugiro, após análise dos dados de um experimento, que a aquisição das propriedades do (PC) em L2 não é semelhante à sua aquisição em L1. Em L2, as propriedades nucleares (resultativas, V+Partícula,) parecem ter sido adquiridas pelos falantes avançados, possivelmente via imersão. As estruturas não nucleares (COD e PrepStr) juntamente com a estrutura nuclear N+N foram aprendidas via instrução formal. Essas últimas parecem permanecer disponíveis na forma de conhecimento lingüístico consciente

3 Comentários em “Marcello Marcelino”

  1. Amanda Pidori Diz:

    Marcello! I am a great fan of yours!

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  2. Giljonnys Dias da Silva Diz:

    Quem Pode Ser Considerado Bilíngue? E Por Que Os Bilíngues São Diferentes?
    Antes de começar a discutir este assunto, eis duas perguntas: Quantos idiomas você usa no cotidiano? E, você costuma usa-los com frequência?

    Define-se bilíngue, a pessoa que fala ou escreve em dois idiomas em seu dia-a-dia, quer com um grupo de pessoas ou sozinho. Segundo pesquisas científicas feitas nos Estados Unidos e Canadá, pessoas que falam dois idiomas são mais protegidas contras doenças degenerativas ou demências, isto é, doenças relacionadas à perda da memória, ou declínio cognitivo. Estas pesquisas científicas comprovaram que pessoas fluentes em dois idiomas têm menos chance de ter doenças degenerativas tais como a senilidade ou mal de Alzheimer, e que quanto mais cedo às crianças aprenderem outra língua melhor.

    Porém, o uso frequente de dois idiomas pode causar alterações no cérebro das pessoas, e isto faz com que as pessoas que falam dois idiomas manifestem comportamentos diferentes. Sim, novas descobertas científicas sugerem e apoiam isso. Falar dois idiomas pode mudar a memória, os valores, a personalidade e a cultura das pessoas que praticam dois idiomas todos os dias. É o uso frequente de dois idiomas que causará tal mudança de comportamento e personalidade, e isto não pode ser definido como algo negativo por parte daqueles que só falam um idioma. Embora aja pessoas que achem que os que falam dois idiomas tenham esquizofrenia estão enganados e que estas mudanças comportamentais não têm nada a haver com esquizofrenia, mas sim porque o cérebro bilíngue sempre está em contato com dois idiomas.

    Portanto, as pessoas que falam dois idiomas têm múltiplas personalidades, e isto faz com que elas pensem de forma diferente daqueles que só falam um idioma. Além disso, ser fluente em dois idiomas ajuda seu cérebro a bloquear informações que não são importantes e melhora a sua atenção naquilo que é importante no momento. Sim, os bilíngues são mais felizes e saudáveis, pois lidam melhor com os problemas do dia-a-dia.

    Para se ter uma ideia do profundo efeito que dois idiomas produz no cérebro, estudos recentes provam que há pessoas que falam dois idiomas que se sentem mais educadas em uma de suas línguas, ou grosseiro na outra língua, ou mais direto em uma língua e menos coerente na outra língua, e mais criativo em uma de suas línguas e menos verboso na outra língua. Há também evidências científicas feitas com 200 pessoas que mostram que há pessoas que falam dois idiomas que se sentem mais comunicativas em uma de suas línguas e menos comunicativa na outra. Pois ao falar outra língua nos faz ser uma pessoa diferente.

    Outros estudos mostram que mesmo quando paramos de usar umas das línguas ao se comunicar com outras pessoas que não falam dois idiomas, a outra língua continua ativa. E que falar dois idiomas aguça a audição e pode fazer com que os ouvidos reagem melhor aos sons ou ruídos.

    Assim, devemos respeitar as diferenças das pessoas que falam dois idiomas.

    http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common
    http://papodehomem.com.br/falar-mais-de-uma-lingua-nos-fas-ter-mais-de-uma-personalidade/
    http://www.proec.ufg.br
    http://www.morsmal.org
    http://ultimosegundo.ig.com.br
    http://g1.globo.com
    http://www.goethe.de/ins/br/lp/kul/dub/mtl/pt4714712.htm
    http://blogdadisal.blogspot.com.br/2012/09/multilinguismo-e-bilinguismo.html
    http://br.guiainfantil.com
    http://filhos-bilingues.blogspot.com.br
    https://pontofinalmacau.wordpress.com
    http://www.publico.pt

    Estas fontes de pesquisas podem ajuda-lo a compreender melhor as pessoas que falam dois ou mais idiomas no cotidiano.

    Encontre me no Facebook:

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  3. Vera Sousa Diz:

    Sempre tive vontade de aprender outras línguas, e até o momento não foi possível. Más em breve estrarei nos seguintes cursos linguísticos. Inglês; Francês e Espanhol.
    Acredito eu que muitas pessoas tem interesse em aprender más infelizmente aqui no Brasil as oportunidades são para poucos.

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