Para ler e saber sobre Variação Linguística


Como não poderia deixar de ser, o Prof. Marcos Bagno, da UnB (Universidade de Brasília), um dos autores mais lidos sobre a questão da variação linguística do Português Brasileiro  escreveu em seu blog sua posição sobre a polêmica do livro didático. A leitura vale a pena. Clique no endereço do blog para ser direcionado pra lá: http://marcosbagno.com.br/site/?page_id=745

Pessoalmente, creio que há dois livros imperdíveis sobre o assunto, bem acessíveis ao público em geral. Meus colegas de Facebook concordam que são muito bons, e eu acho que deveriam ser leitura obrigatória no ensino médio, para o vestibular.  São eles:

Nesta mesma página do site de Marcos Bagno há, à esquerda, sugestões de leitura que achei bárbaras. Reproduzo-as abaixo, porque essas dicas são sempre valiosas.

Indicações de Leitura do Prof Marcos Bagno em seu site 

Antunes, Irandé. Aula de português; encontro & interação. São Paulo, Parábola, 2003.

Antunes, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo, Parábola, 2005.

Antunes, Irandé. Muito além da gramática. São Paulo, Parábola, 2007.

Bagno, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolingüística. São Paulo, Contexto, 1997.

Bagno, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São Paulo, Parábola, 2007.

Bagno, Marcos. Preconceito lingüístico:o que é, como se faz.São Paulo, Loyola, 50ª ed., 2008.

Bagno, Marcos. Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa. São Paulo, Parábola, 2001.

Bagno, Marcos; Stubbs, Michael. Gagné, Gilles. Língua materna: letramento, variação e ensino. São Paulo, Parábola, 2002.

Bagno, Marcos. A norma oculta: língua & poder na sociedade brasileira. São Paulo, Parábola, 2003.

Bortoni-Ricardo, Stella Maris. Educação em língua materna: a sociolingüística na sala de aula. São Paulo, Parábola, 2004.

Bortoni-Ricardo, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora? Sociolingüística e educação. São Paulo, Parábola, 2005.

Britto, Luiz Percival Leme. A sombra do caos; ensino de língua x tradição gramatical. Campinas, Associação de Leitura do Brasil (ALB)/Mercado de Letras, 1997.

Calvet, Louis-Jean. Sociolingüística: uma introdução crítica. São Paulo, Parábola, 2002.

Castilho, Ataliba Teixeira de. A língua falada no ensino de português. São Paulo, Contexto, 1998.

Costa Val, Maria da Graça. Redação e textualidade. São Paulo, Martins Fontes, 1991.

Dionísio, Angela Paiva & Bezerra, Maria Auxiliadora (orgs.). O livro didático de português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro, Lucerna, 2001.

Dionísio, Angela P.; Machado, Anna Rachel; Bezerra, Maria Auxiliadora (org.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.

Faraco, Carlos Alberto (org.). Estrangeirismos: guerras em torno da língua. São Paulo, Parábola, 2001.

Faraco, Carlos Alberto. Português: língua e cultura. Curitiba, Base, 2004. (livro didático para o Ensino Médio).

Faraco, Carlos Alberto. Lingüística histórica. São Paulo, Parábola, 2005.

Faraco, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo, Parábola, 2008.

Ferrarezi Jr., Celso. Ensinar o brasileiro: respostas a 50 perguntas de professores de língua materna. São Paulo, Parábola, 2007.

Franchi, Carlos. Mas o que é mesmo “gramática”? São Paulo, Parábola, 2006.

Geraldi, João Wanderley. Linguagem e ensino; exercícios de militância e divulgação. Campinas, Associação de Leitura do Brasil (ALB)/Mercado de Letras, 1996.

Geraldi, João Wanderley (org.). O texto na sala de aula. São Paulo, Ática, 2ª ed., 1999.

Gnerre, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo, Martins Fontes, 1985.

Guedes, Paulo Coimbra. Da redação escolar ao texto. Porto Alegre, UFRGS, 2002.

Guedes, Paulo Coimbra. A formação do professor de português. Que língua vamos ensinar?  São Paulo, Parábola, 2006.

Houaiss, Antonio. O português do Brasil. Rio de Janeiro, Ebrade, 1985.

Ilari, Rodolfo & Basso, Renato. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo, Contexto, 2006.

Ilari, Rodolfo. A lingüística e o ensino de português. São Paulo, Martins Fontes, 1985.

Ilari, Rodolfo. Introdução à semântica; brincando com a gramática. São Paulo, Contexto, 2001.

Ilari, Rodolfo. Introdução ao estudo do léxico; brincando com as palavras. São Paulo, Contexto, 2002.

Kleiman, Angela Bustos (org.). Os significados do letramento. Campinas, Mercado de Letras, 1995.

Koch, Ingedore. Introdução à lingüística textual. São Paulo, Martins Fontes, 2004.

Koch, Ingedore & Elias, Vanda M. Ler e compreenderos sentidos do texto. São Paulo, Contexto, 2006.

Marcuschi, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo, Cortez, 2001.

Meurer, J. L.; Bonini, A.; Motta-Roth, D. (orgs.). Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo, Parábola, 2005.

Mollica, Maria Cecília. Da linguagem coloquial à escrita padrão. Rio de Janeiro, 7Letras, 2003.

Mollica, Maria Cecília; Braga, Maria Luiza. (org.). Introdução à sociolingüística: o tratamento da variação. São Paulo, Contexto, 2004.

Morais, Artur Gomes de (org.). O aprendizado da ortografia. Belo Horizonte, Ceale/Autêntica, 1999.

Morais, Artur Gomes de. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo, Ática, 1998.

Neves, Maria Helena de Moura. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo, Ed. da Unesp, 2002.

Neves, Maria Helena de Moura. A vertente grega da gramática tradicional. São Paulo, Hucitec, 1987.

Neves, Maria Helena de Moura. Gramática na escola. São Paulo, Contexto, 1990.

Neves, Maria Helena de Moura. Que gramática estudar na escola? São Paulo, Contexto, 2003.

Neves, Maria Helena de Moura. Texto e gramática. São Paulo, Contexto, 2006.

Perini, Mário A. Para uma nova gramática do português. São Paulo, Ática, 1985.

Perini, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo, Ática, 1997.

Perini, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo, Parábola, 2005.

Perini, Mário A. Princípios de lingüística descritiva; introdução ao pensamento gramatical. São Paulo, Parábola, 2006.

Possenti, Sirio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, Associação de Leitura do Brasil (ALB)/Mercado de Letras, 1996.

Ramos, Jânia M. O espaço da oralidade na sala de aula. São Paulo, Martins Fontes, 1997.

Ribeiro, Vera Masagão (org.). Letramento no Brasil; reflexões a partir do INAF 2001. São Paulo, Global Ed.; Ação Educativa; Instituto Paulo Montenegro, 2003.

Scherre, Maria Marta Pereira. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação lingüística, mídia e preconceito. São Paulo, Parábola, 2005.

Silva, Rosa Virgínia Mattos e. “O português são dois…”: novas fronteiras, velhos problemas. São Paulo, Parábola, 2004.

Silva, Rosa Virgínia Mattos e. Contradições no ensino de português; a língua que se fala X a língua que se ensina. São Paulo: Contexto, 1995.

Silva, Rosa Virgínia Mattos e. Ensaios para uma sócio-história do português brasileiro. São Paulo, Parábola, 2004.

Silva, Rosa Virgínia Mattos e. Tradição gramatical e gramática tradicional. São Paulo: Contexto, 1989.

Soares, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo, Ática, 1986.

Soares Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte, Autêntica, 1998.

Soares, Magda. Português: uma proposta para o letramento. (Coleção de livros didáticos da 1ª à 8ª série). São Paulo: Moderna, 1999.

Soares, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo, Contexto, 2003.

Takazaki, Heloísa H. Língua portuguesa. São Paulo, IBEP, 2004. (livro didático para o Ensino Médio)

Tarallo, Fernando. A pesquisa sociolingüística. São Paulo, Ática, 1985.

Um comentário

  1. Concordo com você! se deixarmos de ultilizar as variaçoes linguísticas, nossa comunicação será um tédio.

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