Sobre a postura irresponsável da Open English, a carta aberta de Vinícius Nobre, presidente do BRAZ-TESOL


Em sua estratégia de entrar no mercado brasileiro, a Open English, uma escola de inglês fundada pelo venezuelano Andrés Moreno, lançou mão de uma propaganda anti-ética e apelativa que ridicularizava professores de inglês não-nativos (ou seja, quem não nasceu em um dos 75 países que tem inglês como uma língua oficial). A propaganda era tão desrespeitosa que acabou sendo tirada do ar depois de inúmeras reclamações e da proibição de veiculação pelo CONAR (Conselho Nacional de Regulamentação Publicitária). Para ler uma análise da propaganda, clique aqui.

Transcrevo abaixo a resposta – excelente e bem fundamentada – de Vinícius Nobre, presidente do BRAZ-TESOL – Associação Brasileira de Professores de Inglês como Segunda Língua. Obrigada, Vinnie, por sua posição, sempre sábia e informada, a respeito desse comercial tão mal feito.

Ah, e por uma dessas ironias do destino, é bom lembrar que nem o fundador da escola nem os professores são “nativos” se é que isso ainda serve de algo num mundo tão globalizado quanto o nosso…

Selma

P.S: Não deixe de ler alguns dos 87 comentários, que estão bem interessantes, e de dar sua opinião também!

www.braztesol.org.brComo presidente da maior Associação de professores de inglês do Brasil, eu sinto a incontrolável necessidade de me posicionar e expressar meu desapontamento e choque em relação ao comercial que está sendo veiculado em rede nacional promovendo um curso de inglês online.
Eu NÃO sou um falante nativo da língua inglesa, eu não tenho longos cabelos loiros, não moro na California e não visto uma camiseta justa para ensinar meus alunos. Na verdade, eu NUNCA tive um professor de inglês “nativo”. Eu nunca sequer morei em um país falante da língua inglesa. Eu simplesmente estudei inglês no meu país em desenvolvimento e depois cursei quatro anos de linguística, literatura, aquisição de idiomas estrangeiros, morfologia, pronúncia, sintaxe, educação, pedagogia, métodos e abordagens. Eu simplesmente dediquei 16 anos da minha vida ao desenvolvimento pessoal e profissional dos meus milhares de alunos. Nunca exibi meu passaporte ou minha cidade-natal, porque eu estava ocupado demais me preocupando com as necessidades comunicativa e afetivas dos meus alunos. Eu NÃO sou um falante nativo de inglês; portanto – de acordo com esse comercial – não me qualifico para ensinar. Provavelmente me qualifico apenas para ser uma imitação grotesca e irresponsável de um professor.
Assim como eu, milhares de educadores esforçados, talentosos, comprometidos, apaixonados e desvalorizados (do Brasil ou de qualquer outro país não falante de inglês) são definidos em 30 segundos de uma desesperada e inaceitável tentativa de seduzir alunos. Eu conheci professores fantásticos, independente de suas nacionalidades e muitos que inclusive eram “falantes nativos de inglês”. Os melhores educadores, no entanto, sempre tiveram a dignidade de reconhecer e respeitar as qualidades de um colega “não-nativo”.
O ensino de línguas estrangeiras desenvolveu-se tremendamente para garantir a justiça e o respeito que todos os profissionais sérios da área merecem (nativos ou não). Pelo menos entre nós mesmos. Se alunos ainda insistem em dizer que um professor “nativo” é melhor, pelo menos temos o conforto de saber que dentro da nossa profissão encontramos o reconhecimento que profissionais comprometidos e qualificados precisam ter. É triste, no entanto, ser ridicularizado por um centro (que alega ser) de ensino.
Como presidente do BRAZ-TESOL, como um falante “não-nativo” do inglês, como um admirador de profissionais do ensino, independente da sua nacionalidade, eu me ressinto por ser transformado em uma piada tão irresponsável. Mas quem sou eu para ousar falar qualquer coisa sobre o ensino de inglês. Não sou a Jenny da California – o maior exemplo de educadora de inglês como língua estrangeira.

VERSÃO EM INGLÊS:

As the president of the largest association of English teachers in Brazil, I feel I have to take a stand and express my outrage and disappointment with regards to the TV commercial that has been broadcast on national television promoting an online English course.
I am NOT a native speaker of the English language, I do not have long blonde hair, I do not live in California and I do not wear a tight T-shirt to teach my students. In fact, I NEVER had a native speaker of English as a teacher. I never even lived in a foreign country. I simply studied the English language in my own developing country, and then four years of linguistics, literature, second language acquisition, morphology, pronunciation, syntax, education, pedagogy, methods and approaches. I have only dedicated 16 years of my life to the personal and professional growth of thousands of students. I have not bragged about my passport or my birthplace because I was too busy trying to understand my students’ linguistic and affective needs. I am NOT a native speaker of the language; hence – according to this TV commercial – I do not qualify to teach. I probably qualify as an irresponsible and grotesque mockery of a teacher.
Like me, thousands of hard-working, gifted, committed, passionate and under-valued educators (from Brazil or ANY other non-English speaking country) are depicted in 30 seconds of a despicable and desperate attempt to seduce students. I have met outstanding teachers regardless of their nationality and many of which who were native English speakers. The best English speaking educators I have met, however, were always dignified enough to acknowledge the qualities of a non-native speaker colleague.
Foreign language education has developed tremendously so as to guarantee the fairness and respect that all serious language professionals deserve (native speakers or not). At least among ourselves. If students still insist that a native speaker is better, we should at least rest assured that in our own profession we can find the respect and the recognition that a committed and qualified professional needs to have. It is sad, however, to be ridiculed by another (so-called) educational centre.
As the president of BRAZ-TESOL, as a non-native speaker of the English language, as an admirer of teachers regardless of their nationality, I resent such an irresponsible joke. But then again, who am I to even think about saying anything about the learning and the teaching of English? I am not Jenny from California – the utmost example of a foreign language educator.

VERSÃO EM ESPANHOL:

Como presidente de la mayor asociación de profesores de Inglés de Brasil, Creo que debo manifestar mi posición y expresar mi decepción y desacuerdo en relación al anuncio que está siendo trasmitido en red nacional promoviendo un curso de inglés en línea.
NO soy hablante nativo de lengua inglesa, no tengo cabello rubio, no vivo en California y no uso una camiseta ceñida al cuerpo para enseñarles a mis alumnos. De hecho, NUNCA he tenido un maestro de inglés “nativo”. Ni siquiera viví en el extranjero. Simplemente estudié inglés en mi país de origen y después hice cuatro años de estudio en lingüística, literatura, adquisición en idiomas extranjeros, morfología, pronunciación, sintaxis, educación, pedagogía, métodos y enfoques pedagógicos. Simplemente he dedicado 16 años de mi vida al desarrollo personal y profesional de miles de alumnos. Nunca he mostrado mi pasaporte o mi ciudad natal pues estaba demasiado ocupado tratando de entender las necesidades comunicativas y afectivas de mis alumnos. NO soy un hablante nativo del inglés; por lo tanto – de acuerdo con ese anuncio – no estoy calificado para enseñarlo. Probablemente sólo califico como una imitación grotesca e irresponsable de un maestro.
Así como yo, miles de educadores trabajadores, talentosos, comprometidos, apasionados por su trabajo y desvalorados (de Brasil o cualquier otro país donde el inglés no es su lengua nativa) son caricaturizados en 30 segundos en una desesperada e inaceptable tentativa de seducir alumnos. He conocido maestros sobresalientes, independientemente de sus nacionalidades y muchos que, incluso, eran “hablantes nativos del inglés”. Los mejores educadores nativos, sin embargo, siempre tuvieron la dignidad de reconocer y respetar la calidad de un colega “no nativo”.
La enseñanza de lenguas extranjeras se ha desarrollado tremendamente para garantizar la justicia y el respeto que todos los profesionales serios de este sector merecemos (nativos o no). Por lo menos entre nosotros mismos. Si los alumnos aún insisten en decir que un maestro “nativo” es mejor, debemos por lo menos estar seguros de saber que en nuestro gremio profesional encontraremos el reconocimiento que todo profesional comprometido y calificado necesita tener. Es triste, sin embargo, ser ridiculizado por un centro (que se supone sea) de enseñanza.

Como presidente de BRAZ-TESOL, como hablante “no nativo” del inglés, como un admirador de profesionales de enseñanza, de cualquier nacionalidad, me siento ofendido por haber sido transformado en un chiste tan irresponsablemente. Pero quién soy yo para osar decir algo sobre la enseñanza de inglés. No soy Jenny, de California – el más grande ejemplo de educadora de inglés como lengua extranjera.

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Sobre Selma Moura

Doutoranda em Linguística Aplicada na Unicamp, Mestre em Linguagem e Educação pela USP, especialista em Linguagens das Artes, coordenadora do Bilingualism SIG do Braz-Tesol, apaixonada por educação, línguas e linguagens e mãe orgulhosa de duas bilinguinhas!

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124 Comentários em “Sobre a postura irresponsável da Open English, a carta aberta de Vinícius Nobre, presidente do BRAZ-TESOL”

  1. Andrômeda Diz:

    Eu acredito que a propaganda de qualquer produto que utilize do humor para chamar atenção vai ofender alguém, isso é, digamos que natural desse tipo de humor, mas tudo tem um limite.
    O fato é que a Open English ridiculariza professores “não-nativos”, sendo que é uma escola fundada por um venezuelano, estranho não é mesmo?
    Eu acho que um professor qualificado nativo vai ganhar pontos na questão da conversação. Vamos inverter as posições, um professor nova-iorquino ensinando português, ele ensinaria o significado de tudo, ensinaria como interpretar, ensinaria sobre as culturas, porém se nós o ouvíssemos falar notaríamos a diferença na fala. Mas isso não faz dele um mau professor, por isso acho ridículo da parte da Open English tentar atrair pessoas ridicularizando outras.

    Estudante do curdo de Letras – Línguas Adicionais / Unipampa – Bagé-RS.

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  2. Deric Barbosa Diz:

    O professor nativo ou não, tem que estar preparado para ensinar. É interessante a ideiade um nativo, mas o profissional sendo o que for, se possuir o conhecimento necessário será o melhor para aquele meio.
    Giovani e Deric

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  3. Carolina Lopes Paim Diz:

    Primeiramente gostaria de concordar com a postura de colegas meus, cursantes da primeira turma do curso Letras Línguas Adicionais Inglês, Espanhol e respectivas literaturas, na Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), em que se posicionam contra a ideologia de que um professor é bom pelo o que ele é e de onde veio, e não por ser capacitado e possuindo uma metodologia e didática diferenciada. Já a caracterização dada pela propaganda Open English é de visão precária, em que o professor americano segue sendo um professor exemplar pelo simples fato de ser nativo, e ridiculariza o brasileiro que não tem conhecimento sobre a língua, entre estes e outros preconceitos inibidos na publicidade, a propaganda está sujeita às críticas tanto do americano para com o brasileiro quanto do brasileiro para com o americano.
    Minha postura quanto à isso é de que o bom professor é aquele que estimula o conhecimento e transparece o ensino através da educação. Brasileiros professores de língua Inglesa e Língua portuguesa, são exemplos de ensino de qualidade, onde a dedicação pessoal juntamente com a didática de ensino, são a chave perfeita para o bom entendimento de um leigo, não havendo necessidade de ser fluente para que possa ser entendido. Se fosse uma propaganda mais “realista” como professores não-modelos americanos (loiros de olhos claros, magros e simpáticos com sorriso branco, ou negros agressivos e com sotaque e gírias populares), talvez esta então não seria tão depreciada.

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  4. Eliana Diz:

    Acreditamos que ter aula com um nativo ou não nativo sem ele ter um estudo muito aprofundado da língua dará na mesma. A capacidade dele não vai ser medida por ele ser nativos e saber falar a língua perfeitamente. O preparo e o conhecimento é que vai fazer o professor saber ensinar a língua corretamente e fazer com que o aluno entenda e compreenda. O professor capacitado é aquele que sabe ensinar e que tem didática, aquele que sabe transmitir o conhecimento. E a respeito da propaganda, muito desrespeitosa com os professores!

    Eliana, Kamilla, Luíza, Bárbara
    Letras Línguas Adicionais – Unipampa, Bagé-Rs

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  5. Priscila Quadros Diz:

    Defendo a ideia de que entre um professor “nativo” e um “não- nativo” com a mesma formação profissional, o nativo possa ensinar melhor, veja bem, isso contando que ambos usem da mesma didática de ensino . O nativo por ter uma “vivência” com a língua usando de uma certa lógica teria mais a passar do que um “não-nativo”.
    Mas deixo claro aqui que a forma da Open English em lidar com o assunto foi no mínimo uma falta de respeito com todos os professores.

    Priscila e Emanuel.

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  6. Vaniza Diz:

    Bom, ao meu ver qualquer pessoa que tenha uma didática que faça com que o aluno compreenda é valida, independente de nacionalidade para ensinar outra língua, as propagandas podem até serem engraçadas para alguns, porém é completamente desnecessária a forma de chamar atenção do publico e outra professor não precisar ser “nativo” para ensinar uma língua, pois assim não poderíamos aprender outro idioma com algum professor, se não fosse a língua de origem dele, completamente sem nexo a teoria deles.

    Jessica e Vaniza

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  7. Giane Rios Diz:

    Bom, talvez possa entender a posição da Open English com o intuito da propaganda, mas não concordo nem um pouco com a postura de que eles adotaram para falar isso, estereotipando as pessoas, sei que nunca vou poder falar como uma nativo da língua inglesa mas mesmo assim acredito que posso ter um bom domínio da língua e passa também como um nativo ensinar.

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  8. Mara Lisiana L. Dewes Diz:

    MEU PONTO DE VISTA EM RELAÇÃO A ESSE EPISÓDIO TOTALMENTE INFELIZ DO PRESIDENTE DA OPEN ENGLISH’S É O SEGUINTE,PESSOAS FAZEM TUDO PELA PUBLICIDADE,ACABAM NÃO MEDINDO AS PALAVRAS,VISAM APENAS OS LUCROS,NÃO PENSAM NAS CONSEQUÊNCIAS DE SEUS ATOS,SE VÃO OU NÃO OFENDER OS MUITOS PROFISSIONAIS ESFORÇADOS E CAPACITADOS QUE TEMOS EM NOSSO PAÍS E NOS OUTROS..EU CONSIDERO UM PROFESSOR NATIVO,ISTO É, NASCIDO E CRIADO FALANDO O IDIOMA TÃO BOM QUANTO UM QUE APENAS SE DEDICOU A APREENDER E DEPOIS REPASSAR O QUE APRENDEU,MUITAS VEZES ESSES PROFISSIONAIS ABDICAM DE FAMILIAS ,DE SUAS VIDAS NA DEDICAÇÃO DO APRENDIZADO,POIS ELES SABEM DA CONCORRÊNCIA QUE É LA FORA..,E MUITAS VEZES SABEM ATÉ MAIS ..EU APOIO TOTALMENTE E RECHASSO OS COMENTARIOS DESSE SENHOR,QUE DEVERIA IR A PUBLICO SE RETRATAR..E PEDIR HUMILDEMENTE DESCULPAS A ESSA CLASSE DIGNA ESFORÇADA E MUITO CAPACITADA QUE HA MUITO JA ENFRENTA DIFICULDADES..O DIA QUE O SER HUMANO ENTENDER QUE O PROFESSOR É A PROFISSÃO MÃE DE TODAS AS OUTRAS QUÃO VALORIZADOS ELES SERÃO E COM ISSO QUÃO EVOLUIDOS SERÁ OS PAÍSES..

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  9. Nathallia lacerda Diz:

    concordo com a opinião do Vinnie, isso ficou bem claro que se trata de preconceito linguístico,não e porque vamos ensinar Inglês e espanhol daqui a quatro anos sem sermos nativos que não estaremos aptos,oque vai definir se estamos aptos ou não é nossa formação. NATHALLIA JACINTO,CATARINA PAIVA,ROSANA MARTÍNEZ.

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  10. Cristiane e Letícia Diz:

    Eu , Cristiane e minha colega Letícia concordamos com sua postura , senhor Vinícios, pois mediante a propaganda , evidência-se o rótulo de inglês ‘americano’ e ao mesmo tempo , tenta padronizar o ensino da língua ,associando imagem do nativo ou seja deixando evidente , que a qualidade de ensino só será , satisfatória se for ministrada por nativos.A qualidade do ensino não se dá pela condição se ser nativo ou não , e sim pela capacidade do profissional quando estudante ,em sua informação , pois estudo agregado a sua experiências ao longo do aprimoramento e voltadas para o conhecimento e domínio da língua vão ser peça fundamental no processo de ensino.

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  11. Josiane Assunção Diz:

    Minha opinião referente a este anúncio é lamentável, pois em nenhum momento temos que comparar um falante de inglês nativo, a aqueles falantes de inglês inativos, que são aqueles que aprendem o idioma de uma forma mais mística e básica em seu País. E obvio que jamais iremos falar o inglês como os verdadeiros fluentes nativos de sua cidade ou País, por mais conhecimento que temos no idioma, o fato de podemos nós comunicar com alguém em outro idioma, seja ela de um País distinto ou não deste idioma nativo, ou seja, inglês, espanhol, francês etc… já e o suficiente para nos comunicarmos desde que você tenha o seu domínio inativo fluente em relação ao País que for visitar. Temos sempre que parabeniza-lós nossos professores que falam outros idiomas seja ele qual for pelo seu desempenho de aprendizado ao ensinarmos com tanto amor, carinho e dedicação que lhe foi concebida perante á sua língua materna.

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  12. Victor Brasil Diz:

    Concordo com a visão do professor Vinicius, os comerciais tem como estratégia impactar alguém, visando naturalmente vender seu produto, porém os comerciais da Open English enfatizam, elitizam de tal forma o inglês nativo, o inglês “original”, que dão a imagem de que essa sim é a forma de aprender o idioma. Porém, quem quer fazer um curso do tipo, não quer sair falando a língua com todos sotaques e fonética. Por isso existe o estudo, professores brasileiros por exemplo que estudaram a língua, caso contrário as pessoas deveriam ir aos EUA, Inglaterra, etc para estudarem inglês.
    E nada mais claro que o slogan , “professores americanos 24h por dia”.

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  13. Camila Goulart Diz:

    Professores não nativos podem ser tão bons ou até mesmo melhores que os nativos. O inglês, assim como a matemática, a química, a geografia e demais disciplinas necessita de algo chamado DIDÁTICA para que a transmissão do detentor do conhecimento ao leigo tenha êxito. Crescer falando um idioma não qualifica ninguém como professor. Aquele que estará ensinando não deve apenas dominar o conteúdo, mas saber transmiti-lo. Já ouvi muitas vezes a reclamação: “O professor sabe a matéria, mas não sabe explicar.”. Eu, particularmente, não conheço a metodologia de ensino da OpenEnglish, pode ser ótima. Só acho que o simples fato de serem “professores americanos” não significa nada. Conheço vários professores de inglês que nasceram no Brasil e mesmo assim são brilhantes. O fato de não ser americano, australiano ou britânico não é um defeito, pelo contrário, serve como incentivo para os alunos. Mesmo sendo brasileiros podemos falar e ensinar o inglês tão bem quanto americanos, britânicos, canadenses e australianos.

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  14. paulo garcia Diz:

    Entendo o ponto de vista de um educador que se viu agredido e desprestigiado com a venda de um produto que a princípio só teria o objetivo de chamar a atenção como qualquer outra publicidade e na intenção de se sobressair acabou por exagerar no uso dos estereótipos e claro,como qualquer ato irresponsável gerou implicações como já sabemos.Mas cabe dizer que essa forma de propaganda em que o “importado” entenda-se(nativo) é melhor que o nacional.Veja: o tênis americano,o carro alemão,a panela suíça, o uso já esta tão arraizado que as vezes passa até despercebido.Então houve o erro ?! claro…mas não vamos fazer uma caça as bruxas,pois sobraria pouca coisa……alguém aí tem visto a pholishop? hahaha….Bom,quanto ao ensino por “nativos” acho que o que vale é o saber ensinar, é a” bagagem” do professor pois quem como eu tem dificuldade as terei com professor nativo ou não!

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    • Abraão Moraes Diz:

      Concordo plenamente, ser nativo não que dizer que conheça a língua culta, não. O Inglês culto é na maioria permeado por palavras latinas. A elite intelectual e acadêmica gosta de termos latinos, Infirmary ao invés de Ward. Portanto, o nativo em geral não tem cultura suficiente para a língua inglesa de nível.

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  15. Felipe Cardoso Diz:

    Concordo plenamente com professor. A open english ao apresentar o que, sem uma reflexão, se apresenta como um simples “humor besta”, vai contra tudo o que um educador deveria presar. Salienta esteriótipos, apoia uma postura sexista e, baseando-se em uma falácia sugerida, deixam implícita uma suposta supremacia intelectual e letiva por parte de nativos norte americanos. Acredito que a função de um educador(ou de uma instituição educacional), de línguas ou não, é a de salientar reflexões e o olhar crítico sobre o mundo, não a de abraçar o senso comum com esse tipo de alegoria apelativa.

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  16. Felipe Cardoso Diz:

    Concordo plenamente com professor. A open english ao apresentar o que, sem uma reflexão, se apresenta como um simples “humor besta”, vai contra tudo o que um educador deveria presar. Salienta esteriótipos, apoia uma postura sexista e, baseando-se em uma falácia sugerida, deixam implícita uma suposta supremacia intelectual e letiva por parte de nativos norte americanos. Acredito que a função de um educador, de línguas ou não, é a de salientar reflexões e o olhar crítico sobre o mundo, não a de abraçar o senso comum com esse tipo de alegoria apelativa. O apoio a essa iniciativa infeliz configura uma postura mesquinha, onde se busca

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  17. Lucas Bohi Diz:

    Na minha opinião, esta manifestação do presidente do BRAZ-TESOL é completamente desnecessária. Todos que falam inglês fluentemente: Vocês acham que falam “melhor” que um nativo de qualquer outro país, que fale inglês e esteja capacitado a lecionar? É absolutamente óbvio que não. Pelo simples fato de ser nativo, sua fluência será melhor. – “Dizer que alguém fala melhor ou pior é preconceito linguístico” – Por favor: parem. É preconceito linguístico dizer que uma pessoa que passou anos estudando uma língua fala melhor do que outra que nunca abriu um livro a respeito? Por isso faço questão de enfatizar que sou absolutamente contra a existência esse termo “preconceito linguístico” e o conceito de “desde que se faça entender está ótimo”. Para mim, o conceito de “ser entendido já basta” é uma simples ignorância, assim como se torna uma ignorância crucificar alguém que não fala corretamente. Um contentamento com o pouco é o mesmo que inerciar, não ter avanço nenhum, e, depois de um tempo, se torna uma involução.
    “Eu NÃO sou um falante nativo de inglês; portanto – de acordo com esse comercial – não me qualifico para ensinar” – disse o senhor Vinícius Nobre em sua carta. Alguém que não é nativo é capaz de ensinar, obviamente é, mas o fato discutido, é que qualquer nativo que esteja capacitado ao ensino, não apenas didaticamente, mas também gramaticalmente e metodologicamente, é melhor que alguém que não é nativo.
    Um americano, na minha opinião, por mais dedicado e estudioso da Língua Portuguesa que seja, jamais vai ter um sotaque brasileiro ou português, jamais vai ter a articulação que nós temos com a língua portuguesa, infelizmente. Eu como falante da língua inglesa como segunda língua, jamais conhecerei tantas palavras, gírias, expressões e modos de falar como um americano, este é o meu ponto.
    É injusto dizer que alguém que não é nativo, com estudos, pode falar tão bem quanto um nativo com estudos, pois os níveis serão amplamente diferentes entre si.

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  18. Gisele Alves Diz:

    Em resposta a inconveniente propaganda da Open English, digo apenas que foi
    Uma hora não pensada no momento de fazer a propaganda, pois se pararmos pra pensar não necessariamente precisamos ser nativos para ensinarmos o que sabemos.
    Muitos professores não nativos, tem um o dom de ensinar línguas melhor que qualquer nativo. Pois pelo fato de não ser nativo, já deixa o professor mais sensitivo ao que vai ensinar.
    Colocar uma professora “sensual” no fim da propaganda, não quer dizer que ela é melhor ou que vai ensinar melhor.
    Professores nativos podem até ter mais confiança ou facilidade no que vai ensinar,mas não quer dizer que eles vão ensinar certo. Pois tive muitas professores de português que não sabiam passar o conteúdo, e olha que elas são nativas e sabiam muito o que era pra ser ensinado, mas não tinham didática ou seja não tinham o dom de explicar ao ponto do aluno entender.
    Então o fato não é ser nativo ou não. É ser responsável e se preocupar realmente com a progressão do aluno.
    **********************
    - Estudante do curso Letras- Línguas Adicionais / Unipampa/ Bagé /Rs

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  19. Renata Caon y Vando Castro Diz:

    Acreditamos que o fato do profissional ser inativo não reflete na sua capacidade de dominar um idioma estrangeiro. Pensamos que os profissionais não nativos, se esforçam mais para atingir um nível aceitável e correto sabendo que serão mais exigidos por não terem a língua em questão como sua língua materna. O que um nativo pode ter de diferencial é a questão da experiência com expressões atuais de um determinado lugar, já que a língua muda. Tudo depende do esforço e da dedicação ao estudo da língua.

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  20. kassydias Diz:

    Como estudantes de língua inglesa e futuramente educadoras, concordamos com a posição do professor Vinícius Nobre: Quando pergunta se porque não somos nativos não teremos iguais condições de passarmos nosso aprendizado ou não conseguiremos aprender porque nossos professores não são nativos?
    Não podemos deixar de observar que a propaganda da OE é para chamar atenção das pessoas, assim eles apelam tentando persuadir o consumidor que só com o professor nativo se aprende de verdade.

    Cármen e Marilaine
    Estudantes de Letras e Línguas adicionais
    Universidade Federal do Pampa

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  21. Caren Albanio e Thamires Furlan Diz:

    Concordamos, que não é necessário um professor nativo para a melhor aprendizagem de uma língua, pois um professor brasileiro com sua formação, que dedica-se e esforça-se pode nos dar a mesma qualidade de ensino que um professor nativo.

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  22. Maria da Graça de Souza Diz:

    Alguém já parou pra pensar que esta propaganda além de chata e preconceituosa é totalmente sem graça? No entanto, com certeza, essa era a intenção dos publicitários. Que fosse um comercial engraçado, que chamasse a atenção satirizando métodos tradicionais de ensino (em desuso e muuuuuuuuuito ultrapassados, como aquela da fita cassete). Além disso, tentam passar a imagem de que somente professores nativos são qualificados plenamente para ensinar a língua inglesa. Portanto, seguindo essa lógica, então, alunos estrangeiros jamais poderão aprender plenamente a língua ao ponto de poder ensiná-la. Ou seja, o ensino de qualquer língua adicional fica restrito aos nativos dessas respectivas línguas, e isso é completamente ridículo! Bem, se a intenção deles era nos fazer rir, parabéns, a propaganda é sem graça, mas seu conceito é hilário!

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  23. carlos Diz:

    Não que eu queira ficar fazendo propaganda mas acho bom vocês adquirirem o speedy english e de preferencia o curso power memory, eu havia baixado na internet estes cursos porém acho incorreto uma pessoa se esforçar tanto e agente não dar um centavo, por isso, comprei o curso e paguei os devidos valores, creio ser ele muito bom, acho que vocês deveriam dar uma olhada.

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  24. Rodrigo Diz:

    Estou neste momento procurando uma escola de inglês online, por não ter tempo de ir em uma escola tradicional, antes de tentar uma escolha procurei por um professor(a) particular, não me importa se Brasileiro/Chines/Alemão/Africano, não encontrei…
    Estava seriamente pronto para me cadastrar no site da “Open English”, antes disto resolvi realizar a famosa pesquisa na internet a busca de informações sobre a empresa e me deparei com este POST.
    Muito Obrigado, não vou mais me matricular nesta “escola”, é a unica coisa que posso fazer neste momento para apoiar totalmente suas palavras !

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    • Milena Gurgel Diz:

      Olá, Rodrigo. Sou uma professora particular de Inglês e desde 2004 dou aulas online em tempo real utilizando programas gratuitos de videoconferência. Caso tenha interesse em conhecer meu trabalho, fique à vontade para me contatar (contato@inglesonline.in).
      Cara Selma, espero não ter infringido as normas do blog postando isto aqui. Caso tenha ocorrido, não hesite em remover a mensagem. Parabéns pelo blog.
      Grata, Milena Gurgel.

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    • Reginaldo Diz:

      Estava na mesma situação: pesquisando sobre a escola. Acabei de decidir não me matricular.

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    • Vinicius Diz:

      Eu estudo na Open English e estou aprendendo mais do que em qualquer outra escola que já estudei. Já fiz curso na Wizard e na CNA. Tive muitos professores ruins e joguei muito dinheiro fora. Até o momento estou satisfeito com a Open English.

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      • Selma Moura Diz:

        Que bom, Vinícius, que você está aprendendo Inglês e gostando do curso. Todo educador gosta de ver o pessoal aprendendo.Desejo que continue avançando cada vez mais no conhecimento do idioma.
        Não sei se não ficou claro, mas não temos nada contra a Open English como curso. O que está sendo criticado aqui é o preconceito e a irresponsabilidade expressos na propaganda.
        Abraço,
        Selma

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      • Claudia Alves Diz:

        Legal, Vinicius, também já passei por vários cursos conhecidos e consequentemente, acabamos jogando o dinheiro fora. Estou pensando seriamente em fazer open english. Pela facilidade de horário (24 horas), em qualquer lugar posso acessar e ter um orientador, para tirar as suas dúvidas, ver o seu desempenho. Nesses cursos, caso você tenha dúvida ou precise de uma aula reforço, tem que pagar além da mensalidade.

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    • Diego Duarte Diz:

      Eu sou aluno e a escola é boa.
      A propaganda pode ser falha e tudo mais, mas o método é válido, professores bons, e sempre bem educados. Estou há quatro meses, e, por enquanto, satisfeito.

      At.

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  25. Alberto Diz:

    Não vou entrar no mérito qual modo de ensino é melhor, acredito que cada um tem uma maneira melhor de se aprender, já vi pessoas aprenderem bastante no Open English, e outras que não prestou para nada e conseguiram aprender nos cursos tradicionais. Se métodos de ensino diferentes existem, acredito que forma diferenciada de aprendizado também exista.
    Quanto à publicidade, o Conar serve pra justamente coibir propagandas abusivas, seria uma boa vc entrar em contato com eles com seus argumentos, pois tem sim bastante fundamento.

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  26. Maria Bernadete Vilaça Moreira Diz:

    Apoio totalmente o professor Vinicius. Não faz nenhuma diferença a origem do professor de língua estrangeira, o que é importantíssimo é sua formação, o seu nível de especialização. Além de tudo, deve ter didática, e isso não depende apenas de ser falante nativo. Nada contra os falantes nativos. Realmente, os publicitários da OpenEnglish foram muito desrespeitosos, e difundiram a crença (ignorante) de que apenas os falantes nativos estão aptos para ensinar a língua. Isso não é liberdade de expressão, e sim, discriminação. Acredito que todos os professores brasileiros de língua estrangeira que têm dignidade se sentiram ofendidos, não ameaçados quando sua competência está comprovada. Houve também o exemplo terrível da professora argentina completamente ridicularizada. Felizmente, esses comerciais saíram de circulação.

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    • MANOEL SANTOS Diz:

      Qualquer falante nativo ensina melhor do que um compatriota brasileiro. Isso é fato. Não adianta negarmos a eficácia de uma pessoa que fala uma língua, no caso o inglês — de forma genuína — em comparação ao que o fala como segunda língua. Não podemos nos esquecer que inglês não é como biologia, matemática ou geografia que envolvem teoria. No ensino de idiomas NÃO SE APLICA O QUE CHAMAMOS DE DIDÁTICA. O que importa, quando um indivíduo aprende uma língua é que ele OUÇA uma locução genuína. O discurso proferido por um brasileiro, por mais que este seja fluente, sempre será inferior a de um nativo da mesma idade. O fato de nós, brasileiros, conhecermos as particularidades do vernáculo brasileiro, a gramática normativa do português e a nossa cultura conta a nosso favor realmente, mas esse benefício é minúsculo se comparado ao de se aprender com um falante nativo. Coitadas das pessoas que preferem um professor de inglês brasileiro, italiano, argentino, francês, polonês, alemão, cubano, mexicano, português, japonês, etc no lugar de um americano, inglês, australiano, canadense, etc. Uma coisa que os alunos na OPEN ENGLISH não podem deixar que aconteça, DE JEITO NENHUM, é que fiquem misturando professores com sotaques de diferentes regiões dos EUA. Por exemplo, um dia ter aula com um californiano, no outro com um texano, no outro com um nova-iorquino, no outro com um seattleíta, etc. Outra coisa que conta, E MUITO, a favor do ensino pela internet é que o som digitalizado, ou seja, transmitido pelo sistema chamado de VoIP, é imensamente mais bem aproveitado pelo nosso sistema auditivo do que o de um falante não-nativo de inglês.

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      • Selma Moura Diz:

        Oi Manoel,
        Vários dos comentários que já tinham sido feitos anteriormente discordam do seu argumento de que a língua é ligada ao “nativo” como os cabelos à cabeça. Mas como você foi contundente nos seus argumentos, vou tomar alguns minutos para apontar algumas questões:
        1) “Qualquer falante nativo ensina melhor que um compatriota brasileiro”, você disse. Se seu argumento estiver correto, qualquer britânico, ou americano, ou canadense, ou indiano, ou australiano, ou nigeriano… pode ensinar inglês, só porque nasceu em um país anglo-falante. É isso? Não importa se ele não tiver escolaridade, formação superior ou acesso aos bens culturais, ele magicamente será bom professor porque nasceu em um país falante de inglês?
        2) “No ensino de idiomas NÃO SE APLICA O QUE CHAMAMOS DE DIDÁTICA”. ocê sabe o que é didática? Teve algum professor na sua vida que sabia muito o conteúdo, mas não conseguia passar para os alunos? Será que não há nada específico ao ato de ensinar que exija conhecimentos de metodologia, de psicologia, entre outros?
        3) “O discurso proferido por um brasileiro, por mais que este seja fluente, sempre será inferior ao de um nativo da mesma idade”. Parece que você acredita que todos os “nativos” de uma certa idade são iguais e falam do mesmo modo. E que você hierarquiza as línguas com base em sua visão de povos. Porque menciona apenas algumas nacionalidades de falantes “nativos” de inglês e ignora outras? Inglês é língua oficial em pelo menos 75 países! Veja só: http://www.britishcouncil.org/learning-faq-the-english-language.htm
        4) Você acredita que os alunos só podem ter contato com um sotaque de inglês. Ou seja: se começam seus estudos com um texano, devem prosseguir com professores texanos… É isso mesmo? Como vão se comunicar com outros falantes? Estou imaginando várias situações engraçadas…
        5) Sobre o uso da Internet para aprender línguas, esse é um tema muito pessoal. Eu prefiro contato direto com as pessoas, mas às vezes a internet é prática pra quem não tem tempo ou não pode se deslocar fisicamente por alguma razão. Então, discordo dos seus argumentos nos pontos anteriores, e neste acho que é muito contingente, depende de cada pessoa.
        Bom, obrigada por comentar, acho que o diálogo é sempre produtivo e faz todos nós refletirmos mais e avançarmos.
        Agradeço sua visita ao blog! Se quiser continuar o diálogo nos comentários, será bem vindo!
        Selma

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      • Cris Diz:

        Bah!!!! sinceramente….nunca vi tanta asneira, tche!!! Jesus…que mente obtusa. Vem ca’….qual a tua formacao??? Se e’ que tens alguma. Tu sabes o que e’ didatica???? Sou gaucha, moro em Massachusetts e DOU AULAS DE INGLES aqui. Quer saber?Grande parte dos alunos preferem aprender com um falante estrangeiro do que um nativo pelo fato de os nativos nao terem a qualidade de aperfeicoamento didatico que os ESL teachers tem. Alem disso….faco mestrado aqui….e minhas notas sao melhores do que as da maioria dos nativos. Hehehe….nas minhas horas de monitoria, CORRIJO trabalhos de alunos da graduacao NATIVOS!!! Estudantes que escrevem absurdos no Estado Americano com melhores indices educacionais. Assim…na boa….vai estudar! Esses nativos sem formacao que aparecem querendo fazer “geeks” dando “aulinhas de ingles” nao servem, na grande maioria, nem pra lavar prato em restaurante. Fui!!!!

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      • Alexandre Diz:

        já tentou lecionar português?
        tente para ver se precisa ou não de didatica, se precisa ou não de formação.

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    • Rosângela Aparecida Diz:

      Ser nativo ou não, realmente não é a questão aqui. A maioria das pessoas procuram a OE. por ser online, flexibilidade de horários, poder estudar em casa. Seria muito bom se professores de inglês como o professor Vinícius, estudassem a possibilidade de termos um curso online onde podemos confiar. Com certeza vocês teriam milhares de alunos que estão desesperados a procura de curso de INGLÊS online e seguro.

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  27. clayton Oliveira Diz:

    Selma Moura
    Tudo bom !
    Preciso de uma orientação.
    Ja estudei em algumas escolas e atualmente faço aulas particulares, com uma professora brasileira que para minha necessidade está ótima, mas sinto uma dificuldade em estimulos para assimilar o idioma sem ficar matemático demais ” traduzindo e comparando” sei que não é correto mas é automático.
    Minha pergunta é: Existe algum método de ensino que utilize musicas ou meios mais criativos para estimular o aluno a vivenciar o idioma aprendendo por instinto?

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  28. Jairo Santos Diz:

    Não vejo vantagem em um professor nativo, pelo contrário, um Brasileiro sempre será o melhor professor de um brasileiro. O que vejo de positivo na OE é a possibilidade de estudar mesmo para quem não tem horário e viaja muito. Para mim é impossível fazer um curso presencial, sou um pai de família seme-presencial!

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    • Selma Moura Diz:

      Olá, Jairo, obrigada pelo comentário.
      Você já viu aqui no blog a lista de cursos online, gratuitos e de qualidade para você estudar várias línguas no seu próprio ritmo?
      Confira em: http://educacaobilingue.com/aprenda-linguas/
      Bons estudos!
      Selma

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      • Beto Diz:

        Como faço para melhorar minha conversação em Inglês?? Qual site disponibiliza cursos online voltado para conversação? Particularmente tenho tenho muita dificuldade em manter um bate papo por mais de 5 minutos, creio que tenho um bom vocabulário, estrutura e listenning “meia boca” . Será que consigo melhorar isso online?? Sinto que me falta praticar, mas com quem né????. Já fiz várias aulas em diferentes escolas de idiomas, mas tá difícil e desanimador… Obrigado.

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  29. cmtenitoCmte Diz:

    Se você quer aprender inglês no método tradicional com homework e 2 horas/semana, matricule-se numa escola tradicional. But, if you want estudar inglês rápido (a conversação, o listening) vá para um intercâmbio de no mínimo 6 meses em casa de família (de preferência onde só se fale o inglês) ou estude em Londres no método Callan; já experimentei todos os tipos de estudos – inclusive intercâmbios -, e posso afirmar que esse foi o único que manteve a minha atenção e com resultados rápidos, pois não deixa o aluno pensar e nem perder tempo.
    Bem, é só minha opinião sem querer desmerecer nenhuma escola ou professor.
    Good luck everyone.

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  30. Fernanda Diz:

    Ótimo texto.
    A conclusão é simples. Um curso on-line não é melhor nem pior que um curso presencial, tudo se resume à dedicação do aluno. Mas fato é, um professor nativo não quer dizer um professor melhor. Já tive aulas com professores nativos que eram professores apenas por sere nativos. Não tinham didática e nem mesmo tanto conhecimento linguístico para ensinar. Ou seja, não ganhei muito.
    Só para finalizar, essa OpenEnglish tem diversas reclamações em relação ao conteúdo, modo de administração das aulas, cobranças indevidas, carregamento do site etc. A pesquisa do melhor formato, escola e /ou profissional é essencial.

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  31. emerson fonseca Diz:

    Ninguém gosta de apanhar! mas normalmente apanham por algum motivo.
    Nesse caso, o motivo é: embora tenham ótimos professores de inglês aqui no Brasil. Não tem UM CURSO DE INGLÊS ONLINE, digno de fama no Brasil para bater no deles, então apanham de cinta deles.
    Mas nem tudo está perdido, eles foram extremamente preconceituosos nos comerciais, e isso com certeza não ficará impune. mas eles corrigiram isso nos próximos comerciais! e começaram a bater com barra de ferro de forma legalmente aceitável.
    A solução é criar CURSO DE INGLÊS ONLINE, muito melhor que o deles.

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  32. karina Diz:

    gostei muito!!! estão de parabéns…

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  33. Regina Diz:

    Boa noite. Fiz o curso básico na Wizard, cujo método é bom. Após o livro 6 passei a estudar com uma professora inglesa…não acrescentou muito. Sugiro que vc assista DVDs com legenda em Inglês e adquira livros como os de Elisabeth Bishop e T.S.Eliot que possuem em páginas opostas as versões nas duas línguas.

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  34. bruna Diz:

    Trabalhei em algumas escolas de inglês e assim conheci um bom número de professores nativos e brasileiros e posso dizer pela opinião dos alunos e por mim mesma quando fiz o curso que não pude ver tantas diferenças e se eu pudesse eleger os melhores 3 professores de inglês que conheci nenhum deles era nativo. Acredito que ensinar vai muito além do lugar da onde o professor vem, ensinar é um dom e que não está ligado a nacionalidade do professor.

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  35. Waldez Pantoja Diz:

    No Geral Brasileiros falam Ingles melhor que Americanos ou Ingleses falam portugues mesmo tendo eles estudado com Nativos Brasileiros. Minha ex esposa é Inglesa e aprendeu portugues aqui no Brasil, mas mesmo assim, bastam duas frases e já se sabe que ela não é Brasileira. 14 anos casado com ela e morando aqui Brasil ….

    Eu estudei com professores brasileiros, depois me tornei professor também e passo por nativo da lingua inglesa facilmente. Brasileiros tem essa facilidade independente se o professor é ou não um Nativo da lingua Inglesa.

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    • skywalker Diz:

      Respeito a opinião dos colegas. Sou estudante da open english e acho o curso bom sim. Perfeito, não é. Mas muito bom sim. Falo ingles ha mais de 20 anos. Fiz curso no RJ por 6 anos. Estou aprendendo muitas dicas na open english que jamais havia visto no curso no Brasil. Nas aulas on line não vemos o video, somente se vc desejar. Os horarios são muito flexiveis. Agora, respeito muito os cursos nas escolas de idioma sim. Tive excelentes professores.

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      • philip Diz:

        Olá Skywalker, Vi o seu comentário a respeito de Open English e que você achou bom o curso. Acho interessante a sua opinião e gostaria saber mais sobre a sua opinião, pois tenho interesse em fazer esse curso mas não consigo encontrar informação significativa sobre o serviço além do site e feedback de alunos. Meu email é pwchesney@gmail.com
        Grato

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      • Bruno renor da cruz Diz:

        Eu gostaria de fazer este curso tbm mas só escuto maus comentários deste curso.

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      • Selma Moura Diz:

        Olá, Bruno,
        O que questionamos aqui no blog é a idoneidade e a ética da empresa, que usou a artimanha de enganar os consumidores dizendo:
        1) Que tem professores nativos – quando vários de seus professores têm inglês como 1a língua
        2) Que os professores estrangeiros são melhores que os brasileiros. Seres humanos são complexos, e pode haver excelentes professores dos dois lados.
        Porém, há outras boas opções de cursos de línguas para você fazer pela internet, e muitos são de graça (melhor ainda, né?). Dê uma olhadinha em: http://educacaobilingue.com/aprenda-linguas/
        Bons estudos!
        Selma

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  36. akuma Diz:

    é a pior propaganda que já vi, ela é chata não aguento mais ver essa propaganda, aonde quem vai aprender inglês só aprende ouvindo aquela musica irritante acha que os outros cursos só vão passar aquela musica the book on the table . propaganda idiota e ponto final….

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  37. Tatiana Diz:

    Sou professora de inglês. Aprendi a língua em uma escola de idiomas, fiz faculdade de Letras e fiz um curso de 4 semanas nos Estados Unidos. Sinceramente não me senti ameaçada ou injustiçada perante a “Jenny” da Califórnia. Inclusive me inscrevi no curso da Open English para conhecer melhor, verificar metodologia e etc. Confesso que achei um pouco fraco, as aulas onlines até que são bacanas mas com certeza não são melhores que as aulas de conversação que escolas de idiomas no Brasil oferecem.
    Entendo a indignação do Sr. Vinícius, infelizmente esse comercial, de forma indireta, passa a mensagem que professores nativos da língua a ser ensinada são melhores. O que não acontece de fato.

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    • Camila Diz:

      Olá Tatiana!
      Acredito que está difícil para todos encontrar uma escola de idionas de qualidade no Brasil, por isso, quando aparece uma escola com diversas novidades facilitadoras, temos sempre a intenção de ao menos testá-la. Já testei diversas escolas e não encontrei nenhuma que hoje supra minhas necesidades de mais conversação, atenção em sala, exercícios extras, ferramenta para praticar, etc.
      Gostaria de saber sua opinião sobre escolas que informou que muitas escolas tem melhor base em conversação, pois, também me interessei em me matricular na open English. Obrigada.

      Obs.: Lendo as opiniões por vezes me pareceu que não ficou somente na abordagem sobre o “preconceito” que aparentemente o comercial gerou, mas sim a uma negação à escola Open English por tal motivo. Se no caso formos ver, a escola cometeu um erro sim, porém, como outros tantos erros cometidos e que muitas vezes caem no esquecimento, acredito sim que a mesma deve ser penalizada porém, que isso não significa que o curso não valha a pena.
      Acredito que as escolas no Brasil tem muito a melhorar em relação ao ensino do inglês principalmente, já que não temos uma segunda lingua de origem no aprendizado, e, para isso, precisamos de contato intenso com a nova lingua, o que não acontece já que temos por muitas vezes bons professores tendo que se limitar ao método de ensino das escolas de idiomas, o que nos faz ter somente o contato de 2h/semana e alguns exercícios para casa.

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      • Tatiana Diz:

        Olá Camila,
        Cada escola de idioma tem sua metodologia, e vai do aluno se adaptar àquela metodologia ou não. Atualmente, a maioria das escolas dão mais ênfase na conversação, mas não tem como elas excluírem a outras habilidades do currículo como gramática, escrita, leitura, listening e etc.
        Você já tentou ter aulas com um professor particular? Nesse caso a atenção será direcionada às suas necessidades.
        No Brasil existem escolas de idiomas muito bem conceituadas como Alumini, Cellep, Cultura Inglesa, Seven e União Cultural.

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  38. Ericka Diz:

    Olá gente! Bom, a questão aqui é abordar o comercial feito pela instituição, porém, sobre o método de ensino, alguém já fez o curso? Não vejo reclamações sobre o método de ensino,porem a discussão gera em torno de professores nativos ou não. O problema que aqui no Brasil ninguém inventa nada, tudo tem que ser copiado de algum lugar de fora. Ótimos professores, realmente nos possuímos em nosso país, como também maus professores. Porém o mesmo não oferece facilidades para pessoas com o tempo atribulado. Resta procurar métodos mais abrangentes. Gente voltando ao foco, sobre o método alguém estuda e tem algo a reclamar?

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  39. Angelo Diz:

    Sou um dos muitos (acredito) imaturos aspirantes a estudante de inglês que foi seduzido pelo anúncio da OE. Confesso que a questão de ter contato com um nativo me gerou interesso, visto que não possuo expectativas de médio prazo a fazer qualquer viagem internacional. Porém, lendo os comentários compreendi a problemática e fui convencido de que um professor da minha nacionalidade terá mais facilidade para prever e compreender as dificuldades que eu terei durante a aprendizagem.
    Porém, além da questão da “natividade” dos professores, interessou-me muito mais a questão dos horários flexíveis e do ensino “personalizado” VIA INTERNET, (o que não sei se a OE realmente oferece); QUALQUER CURSO (nacional ou internacional – com professores terrestres, cibernéticos ou intergaláticos ) que oferecer essas facilidades enquadrar-se-a às necessidades de uma gigantesca gama de pessoas que trabalha, faz algum curso superior e tem outros compromissos familiares.
    Com tantos professores participando desta discussão um curso desse, com qualificadíssimos professores nacionais, poderia ser criado (não é sarcasmo, mas sim um pedido). Se ele já existe, por favor me indiquem, pois na falta de um e diante das limitações impostas a mim pelas minhas obrigações, infelizmente (ou não) arriscar-me-ei a me matricular na OE.

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  40. fernando Diz:

    Entendo sua revolta , 16 anos de esforços sendo menozprezado por 30 segundos de rede nacional.
    Mas acho que eles dizem isso como se fosse um tipo de estagio que os professores deles fizeram mas acho que também nao se presisa de 16 anos de vida dedicada para ensinar o Ingles aos brasileiros , penso que 4 anos morando la ia te poupar muito tempo, ou seja Você tem 16 anos de Ingles , com Sutaque estrangeiro , Nativo seria a ligua correta sem Algum tipo de sutaque .
    Aceito criticas construtivas.

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    • fernando Diz:

      nao sou muito bom com teclados

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    • Dragão Armadurado Diz:

      Desculpe mas discordo. É como achar que só por um estrangeiro estar morando no Brasil irá falar o portugues tão bem quanto um Brasileiro, pode ser que sim ou que não, depende d’onde ele aprendeu e como ele estudou se é que estudou.
      Nada é regra, e o que você citou está a MILHAS de ser considerado uma.
      Estudar inglês e FALAR/ESCREVER inglês são coisas BEM diferentes, um estrangeiro poderia vir aqui e aprender o português comum, popular, ele saberia a lingua portuguesa? Não, ele saberia se comunicar e apenas isso.
      Não sei se me fiz entender… É como comparar um professor de português a um semi-analfabeto. O semi analfabeto bem como o professor provavelmente saberam falar portugues, saberam até escrever, mas ter usado da maneira correta, ter estudado, compreendido e conhecido o portugues só o professor provavelmente o terá.
      Sotaque difere de cada país e cada região inclusive entre os proprios países de lingua inglesa (veja como exemplo o brasil e portugal, no caso do portugues), devo dizer ainda que mesmo quem mora ANOS ( entenda isso como até mais de 10) em outro país não adquire sotaque tão facilmente, então não se engane.
      Deve ainda levar em consideração que ele disse ter estudado morfologia, pronúncia, sintaxe e te GARANTO que isso não é qualquer cidadão nativo que sabe, o que vem novamente contra a sua premissa. O grau de estudo dele é como de um professor de inglês nativo com a diferença de que ele sabe português para ensinar Brasileiros que não tem a minima noção de inglês, ou acha que um professor nativo iria se virar em ensinar um Brasileiro que só sabe português?
      Para finalizar, espero também que não se engane achando que quando uma empresa pergunta se sabe ou não inglês, ela está se referindo ao inglês informal, de rua, do povo. Da mesma maneira que não se trata de negocios AQUI no Brasil com portugues informal, lá é o mesmo com o inglês.

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  41. Juliana santos da Silva Diz:

    Entendo seu ponto de vista, mas acredito que o publicitário que desenvolveu o comercial não tinha a intenção de provocar algum tipo de ridicularização. Aliás, ele apenas montou um comercial que exaltasse os pontos fortes (bom, os que pelo menos eles consideram) da escola, o que é amplamente utilizado na publicidade. Para exemplificar o que quero dizer, temos os comerciais da Polishop e seus produtos. Eu realmente consigo encontrar uma prancha alisadora com muito mais qualidade e por um preço muito menor e limpo meu chão e paredes com veja cloro ativo, bombril e vassoura com tanta eficácia (e tempo!) quanto a vassoura elétrica que eles anunciam. No entanto, não é isso que eles transmitem. No lugar, aparecem mulheres lisíssimos em um passe de mágica ou com os cabelos emaranhados lavando o chão, com enorme dificuldade para isso. Só entre nós: nem sempre isso é verdade. E esses outros comerciais “o melhor produto do mercado”, “o produto de de maior qualidade, esqueçam os outros”. Eu não sou aluna da Open English (e muito menos publicitária), mas penso que não houve nenhuma depreciação ou desconceito de qualquer classe ou instituição. Foi apenas uma “jogada de marketing” a fim de gerar concorrência.

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    • nathalia eneas Diz:

      concordo plenamente com tanta coisa para se ofenderem se ofendem com uma propaganda que nem tem foco de ofensa e sim de estudantes sinceramente, não vejo diferença em professor nativo ou não nativo, esqueçam pra falar a verdade nunca me importou o que realmente importa é a eficiência do aprendizado uma pessoa que tem dificuldade com não nativos também terá com nativos é isso que acontece.

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    • Douglas Diz:

      Concordo plenamente com vc… o resto tá com dor de cotovelo…

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  42. LUCA Diz:

    TRISTE ESSA PROPAGANDA MUITO ANTIQUADA DESSA “OPEN ENGLISH”. PARA MIM ESTÁ MAIS PARA (CLOSE ENGLISH). COMO É QUE SE FALA HOJE, NUMA PROPAGANDA EM REDE NACIONAL EM FITA CASSETE? SERÁ QUE ELES NEM EVOLUIRAM. THE BOOK IS ON THE TABLE ENTÃO…. QUE NOJO, QUE NERVOSO TENHO QUANDO PASSA A PROPAGANDA, MUDO DE CANAL NA HORA.
    FIZ INGLÊS NUMA OUTRA ESCOLA POR 8 ANOS QUANDO ERA CRIANÇA/ADOLESCENTE, NÃO DIREI O NOME DA ESCOLA MAS GARANTO QUE, ALÉM DO ENSINO,SUA PROPAGANDA ESTÁ CORRETA, QUEM FAZ _ _ _ _ NUNCA ESQUECE. ESPERO QUE TIREM LOGO ESSE COMERCIAL DESSA INFORTUNA EMPRESA. DISSE EM LETRAS MAIÚSCULAS PARA MANIFESTAR O TAMANHO GARRAFAL DA MINHA RAIVA COM ESSA PROPAGANDA QUE IRREAL E QUE CHEGA A SER NOCIVA AOS OLHOS E OUVIDOS.
    ESTOU ESTUDANDO PARA PROVAS NA FACULDADE MAS GARANTO QUE NÃO PERDI MEU TEMPO.
    AH, E A PROFESSORA DO OUTRO COMERCIAL TEM UMA PRONÚNCIA RUIM EM PORTUGUÊS. DEVE TER APRENDIDO NESSE (OPEN) AI….

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  43. Selma Moura Diz:

    A todos os que se envolveram nessa discussão, repasso o e-mail que acabei de receber do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). É ou não é pra comemorar? :-)

    “Prezados (as) Senhores (as)

    Informamos que a queixa enviada do anúncio “OPENENGLISH.COM INGLÊS ON LINE AGORA NO BRASIL”. –
    Rep. 129/12 – foi levada a julgamento pelo Conselho de Ética do CONAR, tendo sido deliberado por unanimidade de votos , em 1ª instância, a SUSTAÇÃO da veiculação do anúncio.

    O andamento poderá ser acompanhado dentro em breve, pelo site do CONAR (www.conar.org.br ) em Decisões e Casos (resumo das decisões) .

    Atenciosamente,

    Secretaria Executiva
    CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária”

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  44. Marco Campos Diz:

    Quantos nativos brasileiros que falam: “a gente fomo”, “nóis vai” e “as pessoa vai”?

    Nativos não são deuses, são passíveis de erros e equívocos, assim como podem ser ótimos também. Da mesma forma um brasileiro. Não desenvolvemos a tecnologia das máquinas, mas foi um brasileiro que voou pela primeira vez; Não temos um histórico de revoluções, mas foi um brasileiro que decidiu a existência do Estado de Israel; São os brasileiros um povo que aceita todos os povos e etnias distintas em seu território sem preconceito e xenofobia; Não foram os brasileiros que desenvolveram as ideias marxistas, entretanto tivemos um dos maiores socialistas de todos os tempos; etc, etc, etc…

    Não concordo em mostrar comerciais com professores obesos, mal vestidos e com aulas fracas horrorosas contrastados com o seu antagônico. É o que essa escola tem feito.

    Concorrência é “boa” para nós consumidores, mas não às custas da degradação e ridicularização humana. Aquele que compactua com isso, aprova ou defende, se esquece que também pode ficar obeso, estar mal vestido (para algém), e ter falhas em seus métodos de fazer qualquer coisa.

    Não nos esqueçamos que a informática pode alterar qualquer imagem. Transforma uma pele com estrias, celulites, manchas, e etc.

    Parabéns às escolas e professores que tem realizado verdadeiros “milagres” no Brasil. Não se intimidem com tais constrangimentos.

    CONTINUEM SENDO OS MELHORES como O SÃO.

    Obs. Obesidade, falta de eloquencia e vestes “feias” são tratáveis; mas, e o caráter?
    Obs. Os maiores obesos do mundo são os norteamericanos.

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    • Edson Eduardo Costa Diz:

      Vejo aqui uma boa e séria discussão. Tenho formação secundária em português, sou brasileiro nativo, gosto da lingua e estudo sempre que que me deparo com uma dúvida. Tenho comigo e consulto gramáticas e guias ortográficos e…NÃO TERIA CORAGEM ME COLOCAR COMO PROFESSOR PARA ESTRANGEIROS. Ser nativo não é tudo!!!
      Permita-me uma piadinha? ” Dizem que certo ex-presidente nosso não teria problemas ao conversar com um certo presidente norte americano: Um não fala bem o português mas o outro também não fala corretamente o inglês….so? Don´t worry! Be Happy.

      Edson Costa

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      • Selma Moura Diz:

        Olá, Edson,
        Adorei a piadinha! E é isso mesmo: saber falar a língua não é o mesmo que saber ensinar a língua.
        É uma pena que esse “mito do falante nativo” ainda persista no século XXI…
        Abraço pra você!
        Selma

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  45. andreia Helena souza Diz:

    parabenizo-o pelo brilhante comentario acerca da campanha desprezivel, antietica e difamatoria que a pseudo escola de linguas open English faz atualmente. O comercial da rede open English veiculado nos meios televisivos consegue desconstruir a seriedade de milhares de profissionais que trabalham com ensino de lingua inglesa em nosso pais, Sendo lamentavel assistir e sentir postura demonstrada pelos marketeiros que criaram tal palhacada e empresarios que aprovaram tal campanha. (desculpe a falta acentuacao).

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  46. Cristina Meirose Diz:

    Fico realmente impressionada com a maneira que a Open English tem se utilizado para firmar a sua marca, principalmente em sua campanha para televisão!!! A maneira abordada é desrespeitosa, atinge um público imaturo que ri dos outros (pode até atingir um publico adolescente, porém, rir dos outros é correto??? Isto é BULLING pessoal!!!!!!!!!!!!!!!). Acredito na seriedade da Open English e que seus meios e métodos de ensino da Língua Inglesa são realmente excelentes, porém, OUTROS TAMBÉM SÃO!!! O enfoque da campanha que está sendo veiculada na mídia, está totalmente incoerente e pior, passa um exemplo totalmente NEGATIVO para as crianças e jovens, ensina a rir dos outros para se engrandecer. Minha crítica é construtiva, acredito que uma Empresa como a Open English deva fazer uma campanha que realmente a valorize e não destruindo e fazendo chacota dos outros. Espero ter ajudado, agradeço imensamente a atenção, Cristina Meirose.

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  47. Christopher Antunes Diz:

    Tem alguém aí que tem condições de dar aulas de português online pra um alemão ou um japonês? Não? Então , deve ser porque é preciso ESTUDAR PRA ISSO. A professora from “California” pode até ter formação, mas acreditar que dá pra aprender a língua só porque ela é nativa é tão tolo quanto achar que podemos responder quaisquer questões sobre antropologia porque somos seres humanos.

    Espero que isso seja bem claro principalmente pra você que é BRASILEIRO e ainda é descrente somente porque uma pessoa tem 11 anos de formação e de instrução nessa língua e você ainda classifica-a como não qualificada para dar aula. Abra sua mente e não pense que só porque você tem uma opinião diferente significa que esta exercendo sua democracia, me desculpa, mas essa atitude da OE foi rídicula assim como a sua que está no lado deles

    Christopher Antunes

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    • Thaís Diz:

      Não é porque alguém estudou algo por 11 anos que é bom no que faz!!! Um nativo que tenha estudado para dar aulas de inglês certamente possui qualificações e conhecimento prático do uso da língua (melhor do que a maioria absoluta dos não nativos) para ensinar.
      Fora que estudando com professor nativo, você ganha confiança em falar com outros nativos ou não e o grande problema de muitos alunos é justamente esse, não ter confiança em falar, principalmente com outros nativos.
      Ninguém disse que um brasileiro que estudou 11 anos não é qualificado; a questão é que um nativo que também tenha estudado (certamente menos) pode ser muito bem qualificado também e dizer que não é ir de um extremo ao outro.
      Por fim, se qualquer brasileiro quiser dar aulas de português e se preparar para isso, acredito sim que será um excelente professor de português para estrangeiros.
      Não estou dizendo que a regra é que o nativo seja melhor (não estou do lado de ninguém), estou dizendo que a regra não é que ele, nativo, seja pior só porque o coro dos contentes assim o deseja.

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      • Reinaldo Diz:

        A questão ñ é só quem ensina melhor, mas não-nativos podem ser melhor ensinando quem também não é nativo. E ñ é só o ensino, é o insulto aos alunos e professores.
        A OP diz que alunos que estudam muito tempo inglês em um curso em uma escola, não tem nem uma qualificação para se falar com outra pessoa, e os professores não sabem ensinar.

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  48. Micael Diz:

    Será que alguém pode publicar aqui a resposta do OpenEnglish? Democracia… os dois lados da história… faz bem para quem quer tirar uma conclusão sobre.

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    • Joaquim Mao Diz:

      ¿cual lado de la historia? aqui no se esta exponiendo un hecho sobre el cual hay más de una versión… aqui se da una opinion de parte de una persona que lucra enseñando inglés y ahora ataca a la competencia … seria bueno que aprendas a leer ya entender en algun idioma al menos… en luagr de buscar “el punto medio” conciliador… :) no te ofendas…

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    • Vitor Hugo Pasqualini Diz:

      boa!!!

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  49. Hugo Costa Diz:

    A unica vantagem do Open English é que é online e nada mais!

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  50. Carlos Diz:

    En desacuerdo, tambien he estudiado ingles muchos años, lo leo y lo entiendo bien… pero soy incapaz de escribir un poema en ese idioma (cosa que hago a menudo en mi lengua nativa)… conozco decenas de estudiantes y profesores que nunca han tenido un profesor nativo, y al igual que yo lo leen y lo entienden… pero en un ENTORNO REAL donde la comunicación en ingles es básica, son incapaces de desarrollar una conversación fluida… por eso los mejores sistemas son INMERSIVO, no estudio de la lengua como tópico… saludos.

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    • Marcio Oliveira Diz:

      Si quieres hacer un curso inmersivo, pués que haga!
      Que estás en discussión no són los resultados de un curso inmersivo, pero la forma de como esto curso que no és inmersivo de verdad se vaja al llegar al mercado. Ellos no están se valendo de sus calidades, pero sí depreciando todos los otros métodos, que por más que seán más longos y muchas veces focados en aspectos más metodologicos del idioma, aún así funciona. No me gusta de esto tipo de publicidad, pero creeo que el facto de propor una conversación con professores nativos sea más vantagem para quien ya sabe inglés fluente y gustaria de mejorar aspectos como la pronuncia y “slangs”.
      Saludos.

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  51. Thaís Diz:

    Eu concordo que o comercial é realmente preconceituoso, mas NÃO concordo com os argumentos apresentados de que porque alguém possui 10 diplomas é bom professor.

    Conheço inúmeros professores que fizeram letras inglês/português, pós graduação etc e NÃO SÃO FLUENTES em inglês! Como pode se dizer apto a ensinar algo que só sabe em teoria? Saber sobre inglês não significa saber inglês em absoluto! São coisas beeem diferentes!

    Tenho aula com um professor nativo atualmente e minha pronúncia melhorou MUITO por causa desse ‘detalhe’, mas não porque ele tem mais conhecimentos que os professores (ótimos) brasileiros que tive e sim porque o nativo é bem mais exigente; não usa o padrão brasileiro (não restrito ao ensino de inglês, mas ao ensino em geral no Brasil) de que pode errar 50 mil vezes a mesma coisa e está tudo bem, dá-se um jeito…

    Quanto ao comercial, acredito que caiba até mesmo um pedido judicial de retratação e de indenização também, pois, repito, há professores não nativos excelentes, portanto não é a nacionalidade que faz o profissional!

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    • Cristina Diz:

      Desculpe-me Thaís, mas sou brasileira e sou super exigente com meus alunos, principalmente em relação a pronúncia, assim como a instituição em que trabalho é. Sou fluente em inglês e nunca tive um professor nativo e nem precisei estudar no exterior para isso.

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      • Thaís Diz:

        Olá, Cristina, tudo bem? Fico feliz de saber que você não se enquadra entre aqueles profissionais mencionados por mim; aliás eu jamais disse algo diferente, apenas questionei a lógica por trás da expressão: “fiz letras, pós, mestrado…, então sou ótimo professor”, pois para mim não há lógica alguma! Obrigada pela resposta!

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      • mari Diz:

        Morei fora por 6 meses onde meu ingles evoluiu muito. Porém como nao tenho praticado sei que já perdi muita coisa e gostaria de voltar a estudar, mas procuro uma escola boa, onde nao seja cobrado apenas aqueles livros com exercicios para casa… alguem tem alguma sugestao?!

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    • wesleydeoli Diz:

      bem explicado…

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    • ANA PAOLA DE SOUZA LIMA Diz:

      Que bom, Thaís, voce teve sorte de ter um professor nativo e comprometido. Mas o fato de ser nativo não implica em conhecimentos de metodologia, didática, vocabulário e até mesmo de gramatica. Sou professora de inglês há 13 anos. Trabalho com as 4 habilidades da lingua, sou formadora de professores, trabalho com treinamento de alunos para TOEFL e IELTS e me considero em um bom nível para trabalhar com os meus alunos. Mas sou nativa da língua portuguesa, falo bem, escrevo bem, mas não me ofereço de forma alguma para trabalhar essa disciplina. E você? é nativa da língua portuguesa? Já tentou dar aula de Português? Acho que voce entendeu o que estou querendo dizer…para bom entendedor, o pingo é letra!!!

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      • Thaís Diz:

        Desculpe, mas acredito que possa ter havido um erro de interpretação de sua parte a respeito do comentário que escrevi. Em momento algum eu disse que este ou aquele professor, mesmo tendo estudado anos, é incompetente. Jamais citei qualquer nome, nunca foi pessoal e no entanto você descreveu seu currículo, querendo comprovar não sei exatamente o que, já que eu jamais citei seu nome…

        O que eu disse e mantenho é que há um grande número de professores de inglês (não todos) que têm muita formação, mas não possuem fluência na língua… Conhecer as regras da língua ou mesmo as regras para ensiná-la não é o mesmo que falar a língua fluentemente. Caso contrário bastariam 4 anos de graduação e todos seriam fluentes. Isso basta? É isso que traz a fluência? Se sim, alguém deveria ter me avisado antes, pois teria economizado tempo em meus estudos!

        Assim como não há lógica em dizer que porque alguém é nativo é bom professor, também não há em dizer que porque estudou a língua inglesa e tem muitos títulos o é. E não, eu não daria aula de português pois esta não foi minha opção profissional.

        E por fim, acredito realmente que o que de melhor um professor pode ensinar a seus alunos é respeitar a opinião alheia, assim como discordar polidamente…

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      • Jessé Diz:

        Ana, estou desesperado para aprender inglês!
        Você poderia me indicar uma instituição aqui em MG Belo Horizonte, que não seja muito caro, pois não sou de classe média sou pobre, e gostaria de uma instituição compromissada com os alunos com preço que caiba no meu bolso.
        Desde já, muito obrigado!
        Aguiar

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    • Ricardo Diz:

      Olá Thais,

      A questão é bem mais delicada do que pode parecer. Nativo ou não nativo, o professor de línguas estrangeiras tem que ter preparo para ensinar a língua e conhecer bem a língua e não é o fato de ser nativo per se que torna a pessoa preparada para ensinar o idioma, você se sente preparada para dar aulas de português (se vc não tiver essa formação, obviamente) para estrangeiros ? Eu não Acho que a questão que o professor levanta é justamente essa, usar o termo nativo (qualquer um) como chamariz. Se o professor nativo estudou o idioma se preparou para ser um professor de línguas, ótimo ele está preparado. Mas pegar aulas com um nativo aventureiro, que largou o emprego, digamos, de vendedor no país de língua inglesa para vir por essas bandas virar professor de inglês é uma fria, pois certamente esse nativo não está preparado para ensinar o idioma da maneira correta e isso é sério, inclusive em termos de pronúncia, pois tanto lá como cá há variações não-padrão de pronúncia. Nesse caso, eu prefiro ter aulas com um não-nativo preparado.

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      • Thaís Diz:

        Olá, Ricardo. Tudo bem?
        Acredito que ter aulas de inglês com um ‘professor’ formado, mas que não fala Inglês fluentemente teria o mesmo resultado desastroso (talvez ainda pior) que tê-las com um nativo despreparado! A capacidade do professor não pode ser medida pelo fato de ele ser nativo ou pelo fato de ter feito faculdade, pós etc… É trocar seis por meia dúzia… Ter preparo não é, necessariamente, ter feito faculdade disso ou daquilo! Ter preparo não é sinônimo de ter diploma.
        Quanto à sua pergunta, se eu decidisse dar aulas de português (que é meu principal instrumento de trabalho) eu saberia que o uso que faço da língua, todos os dias, certamente auxiliaria ‘meus alunos’ muito mais do que um diploma pregado na parede. Não sou contra ir à faculdade (a minha durou 5 anos e me orgulho dela), mas sou contra a ideia de que diploma resolve tudo como mágica e que capacitação se resume a isso…
        Mas enfim, ter opiniões divergentes certamente nos capacita a desenvolver nossa democracia…
        Um abraço!

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      • RENNE KARLA FERREIRA FEITOSA Diz:

        Gostei da sua colocação e concordo com tudo que vc disse!!!!!!!!!!!!

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    • Joaquim Mao Diz:

      Totalmente de acuerdo… esa “profesora exigente con sus alumnos”… puede hablar fluidamente en una entrevista en EE.UU o Inglaterra, es capaz de escribir y recitar un discurso con las inflexiones correctas… o solo lee lo que tiene escrito de manera plana…

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  52. Karla Diz:

    Muito boa a sua postura!!! Parabéns!!!
    Eu estudei por pouquisimo tempo na OPENENGLISH…joguei meu dinheiro fora!!!. No não existe o tutor que fale inglés, os videos são tão pessados que vc não consegui assitir, as atividades que dá para vc asistir são chatísimas. NÃO ESTUDEM COM A OPENENGLISH!!! VOCÊS VÃO ODEIAR TANTO QUANTO EU!!! importante: há muitas reclamações na internet…dê uma olhada!

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  53. Patricia Lang Diz:

    Excelente. O engraçado é que uma propaganda de extremo mau gosto quanto esta certamente passou pela aprovação de milhares de “profissionais” antes de ser propriamente veiculada. Quanta gente irresponsável, quanta falta de bom senso e, acima de tudo, quanta ignorância em acreditar que nativo = professor. Mande essa gente toda tentar ensinar português para um estrangeiro e vamos ver como eles se saem.

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    • Adriana Diz:

      Na boa, se ela imitasse uma vaca, ou um coelho seria diferente? É uma forma de interpretação e em qualquer meio teatral, é uma maneira clara de interpretação. Não estão fazendo tempestade em copo d’agua? Que tal a redução de custos nos cursos, abertura à aulas de reposição e similares, indicando um bom funcionamento da escola, presencial ou não, antes de se perturbarem por uma forma de manifestação interpretativa e teatral na midia?

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  54. Gustavo Mota Diz:

    http://www.youtube.com/watch?v=yJ149_qHLRc <- vídeo de protesto e esclarecimento.

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  55. Daniela Diz:

    Mr. Nobre, Parabéns pela carta aberta. Apesar de eu ser considera “native-like” como professora de Inglês, eu mesma tive em meus professores brasileiros , os melhores mestres e como bem disse em seu comentário,Marcelo Marcelino Rosa, nós todos dedicamos nossos estudos a um dado aperfeiçoamento e possuímos certificações, e sinceramente, nativos da língua em sua maioria não são exatamente proficientes, porém, aqui não julgo ser ou não ser nativo como demérito.contudo, um bom profissional é bom e ponto! Seja qual for sua nacionalidade.

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  56. Telma Ventura Diz:

    O artigo, publicado na última edição da revista Braz-Tesol, entitulado “Non-native Teachers, here we go!”, a respeito das vantagens pedagógicas (para os alunos) de sermos professores não-nativos, é uma ótima oportunidade para os donos da OpenEnglish adquirirem mais informações a respeito. Com certeza, lhes falta a bagagem educacional que nós, professores há décadas, temos. Boa leitura!

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  57. Aldo Silva Diz:

    No primeiro momento pensei que a critica tinha sido sobre os alunos cursarem curso on-line, mas vendo o comercial realmente tem um preconceito com o professores brasileiros, também não gostei do comercial.
    Aldo Silva – http://hercules-now.com/

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    • Selma Moura Diz:

      Pois é, Aldo, nada temos contra o ensino à distância, e as ferramentas de comunicação virtual são excelentes quando bem usadas. A questão é a falta de ética da propaganda, que se baseia em uma série de estereótipos e preconceitos ofensivos aos professores em geral – nativos ou não.
      Obrigada pelo comentário,
      Selma

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  58. Marcello Marcelino Rosa Diz:

    Parabéns pela iniciativa, Vini!
    Na verdade vejo que muitos se ofendem pela comparação com o nativo (que já é uma comparação desagradável e descessária!). Particularmente, nem acho que o maior problema ali seja o Native Speaker (que muitas vezes, também possui formação), mas o preconceito direcionado aos professores que não o são, e por tabela, todos nós brasileiros que fazemos Letras, ICELT, CELTA, seminários e congressos, cursos complementares, CPE, DELTA, Mestrado e Doutorado na área. Viajamos e fazemos cursos, participamos de grupos de discussão, e tudo em prol de nos tornarmos cada vez mais habilitados para ensinar o inglês. Aí vem a Opne English e joga o bebê fora com a água do banho. Foi como me sinto diante do comercial deles. Sou descartado e jogado de lado, porque apenas a Open English é capaz de ensinar a língua. A forma como eles mostram aquela professora (que estudou na Argentina) é uma ofensa moral à classe. E todos sabemos que a professora que estudou na Argentina representa na verdade o professor que estudou no Brasil, mas era muita cara de pau dizer isso ali na propaganda, não? Eles já se pronunciaram?

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    • Marcello Marcelino Rosa Diz:

      E apenas para que não reste sombra de dúvida: e se a professora estudou mesmo na Argentina? Isso é preconceito descarado! Tenho certeza que já professores não nativos competentíssimos em qualquer país e de qualquer nacionalidade.

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  59. Robert McCall Diz:

    I agree wholeheartedly. It´s not just Open English who are culpable however. Let´s include all the schools who advertise and employ native speakers, illegally – without a work visa.

    Lesson One for Open English: Don´t upset the locals, if you´re doing business on their turf!

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  60. Clara Amancio Diz:

    Fantástico! Esse comercial me incomodou muito! Não podemos concordar com tal patética abordagem! Excelente texto!

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    Responder

  61. Vanessa Pontes Diz:

    É muito bom ter o apoio de pessoas influentes como Sr. Vinicius Nobre. A tomada de posição sobre o assunto demonstra o porquê de ele ser o representante dos professores de língua inglesa no Brasil e ocupar o cargo de presidente do Braz-Tesol. I’m proud of being an associated teacher. Thank you very much for supporting us!

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  62. Shalomir Diz:

    Amei a colocação do Vinícius Nobre! Ser professor é muito além de ser “native speaker”…Creio que existam excelentes professores de Inglês que sejam “native speakers”, mas também acredito que não podemos generalizar e dizer que “só” eles sabem dar aula, até porque muitos não sabem…e também conheço diversos professores de inglês que são brasileiros e EXCELENTES no que fazem sem sequer sair do Brasil…Obrigada Vinícius por ter tomado frente a esta situação…Parabéns

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    Responder

  63. Alexandre Diz:

    Concordo com o texto, acho não havia necessidade de ser tão agressivo quanto foi !
    Acredito que a Conar podia investigar essa situação…
    Porem, tb acho que o país esta carente de um novo metodo de ensino, com o curto tempo que temos e o transito nas grande capitais, ele vem a ajudar !
    Não sou fluente no idioma e não estou matrculado no curso mensionado, mais as escolas que temos aqui podia se adaptar ao novo metodo…

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  64. Eduardo Sakata Diz:

    Sr. Vinícius Nobre, parabéns pelo seu artigo. Concordo plenamente com todas as suas colocações. Acho uma pena que ainda haja empresas no mercado que atuem da maneira que esse suposto ‘centro de idiomas’ (ou sei lá como ele se intitule) o faz. O melhor que podemos fazer? Ficar longe desse tipo de ‘empresa’.

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  65. Márcia Augusta Salvador Ferreira Diz:

    Esse comercial é um absurdo e reforça a idéia errônea de que o “native speaker” é um mestre em ensino. Todos que são comprometidos com o processo ensino/aprendizegem sabe que uma aula de qualquer idioma estrangeiro é muito mais do que simplesmente o conhecimento do idioma, é dominar uma metodologia, técnica e diagnosticar as necessidades dos alunos. Partindo do preceito deste comercial,qualquer brasileiro estaria apto a dar aulas de português….já sentiram o drama, né? O estrangeiro provavelmente aprenderá as estruturas “nois vai”, agente somos”, “é nois” e “a aí, mano”…. como todos sabem, isso é português fluente, não é?
    É muita ingenuidade pensar isso, mas infelizmente muito alunos pensam assim…..é tudo lamentável!!!!!

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  66. Fabiane Diz:

    Um grande exemplo de que nativos não são necessariamente bons professores da língua que falam, é que nós somos falantes de Português, mas quantos de nós pode ensinar Português?

    Ótimo texto do Vinícius Nobre. Tive o prazer e a oportunidade de, mesmo que brevemente, conhecê-lo no BrazTesol realizado em São Paulo em 2010. Apesar do encontro rápido, foi possível perceber o profissionalismo e seriedade do mesmo. Bom saber que ele tem nos emprestado sua voz de forma tão pontual e correta.

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  67. Alba Diz:

    Reblogged this on Fiore Rougee comentado:
    Isso mesmo!!

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  68. Janeth Belido Diz:

    Fantástico comentário! Extremamente pertinente, pois, muitas vezes os “native” teachers não entendem nada sobre o processo ensino-aprendizagem e acabam contratados apenas por serem native speakers. Parabéns pelas colocações!

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  69. Helena Meyer Diz:

    Muito boa a resposta de Vinicius! Elegante, mas contundente! Nossa profissão já é suficientemente desvalorizada, não precisamos que uma empresa supostamente educacional venha nos ridicularizar e diminuir. Parabéns, Vinicius!

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  70. Irene Gamboa Diz:

    I Totally agree with Vinicuis Nobre. Being a good teacher is by far much more than just speaking the language as a native!

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